segunda-feira, 2 de junho de 2014
Tantra: alcance a expansão da consciência através do sex
Embora seja uma prática mística pagã milenar, o Tantra parte de um pressuposto que muitos anos mais tarde a sociedade se chocou ao ouvir, mas aceitou como um dos pilares da psicologia moderna: a nossa energia vital tem fundo sexual e o inconsciente é a sua morada. A partir dessa premissa, diversos ritos foram desenvolvidos no Tantra, utilizando técnicas sexuais com o objetivo de buscar estados alterados de consciência.
O Tantra descreve 2 polaridades que estão dentro de cada indivíduo, independente de sua opção sexual: a polaridade masculina é a consciência manifesta, aquela que opera a maior parte do tempo enquanto vivenciamos nossas atividades cotidianas; já a feminina é a energia daquilo que ainda está por se manifestar conscientemente, representada pela Kundalini, a força vital tântrica que é análoga ao desejo sexual e que se materializa na forma da Shakti, a mulher tântrica. Assim, se a Kundalini - ou a energia sexual - é o que está ainda por se manifestar de forma consciente, então o caminho para a expansão da consciência é a exploração da própria sexualidade. E dessa forma o sexo passa a ser o meio para experimentar “estados alterados de consciência”, conforme descrito nas escrituras tântricas há mais de cinco mil anos.
O Tantra descreve 2 polaridades que estão dentro de cada indivíduo, independente de sua opção sexual: a polaridade masculina é a consciência manifesta, aquela que opera a maior parte do tempo enquanto vivenciamos nossas atividades cotidianas; já a feminina é a energia daquilo que ainda está por se manifestar conscientemente, representada pela Kundalini, a força vital tântrica que é análoga ao desejo sexual e que se materializa na forma da Shakti, a mulher tântrica. Assim, se a Kundalini - ou a energia sexual - é o que está ainda por se manifestar de forma consciente, então o caminho para a expansão da consciência é a exploração da própria sexualidade. E dessa forma o sexo passa a ser o meio para experimentar “estados alterados de consciência”, conforme descrito nas escrituras tântricas há mais de cinco mil anos.